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segunda-feira, novembro 28, 2005

Mais uma que eu não percebo

Há coisas que me fazem confusão.
Desde que se começou a falar no referendo à lei do aborto e independentemente de ser a favor ou contra, o que para aqui não é chamado, como adiante se verá, tenho vindo a constatar que são os homens quem mais comenta o tema.A favor ou contra, eles pronunciam-se a toda a hora, do dia ou da noite, na televisão, na rádio e nos jornais.E as mulheres lá falam sobre isso quando eles as deixam.
A confusão aumenta na minha cabeça quando verifico que os homens que são defensores da lei do aborto sustentam a defesa das suas ideias em princípios de solidariedade com as mulheres, de compreensão do problema, de reforçar as suas vozes, na liberdade de escolha da mulher e por aí fora.
Já os que são contra a legalização, também em nome das mulheres e em sua defesa, invocam a dor delas, o direito ao nascimento dos seus filhos, a pressão que sobre elas fica quanto à opção a tomar e muitas outras razões que não vou aqui elencar que a questão não é essa.
O que me baralha e confunde é porque raio se pronunciam eles se o que está em causa tem, antes de mais a ver com elas?
Sei o que já estão a pensar e até consigo imaginar a panóplia de argumentos (legais ou outros) a que poderão recorrer para justificarem que não tenho razão no que penso e que o homem também tem o direito de se pronunciar sobre o tema, em nome da igualdade de direitos e até porque, tendo participado no acto, sobre as suas consequências também deve ser ouvido.
Admito que possa estar a ver mal, mas tenho cá para mim que a questão do aborto, sendo a todos comum, é especialmente da mulher.
Ela é a principal interessada, é sobre ela que recaiem as consequências, boas ou más, da legalização de tal prática, ela é aquela que melhor pode aferir o que está em causa, até porque tem a ver com a sua consciência de mulher.
Daí que entenda que a intervenção dos homens em tal tema deveria reduzir-se a um gesto tão simples quanto o de dar um beijo na mulher com quem têm relações no momento em que esta saísse de casa para ir votar.E bastaria isso para demonstrarem que confiavam nela e que nela depositavam a responsabilidade na decisão de algo que, antes de mais, a ela diz respeito.
Até poderiam discutir a questão com ela, caso a opinião lhes fosse pedida. Mais do que isso parece-me ser um atestado de menoridade às mulheres.
E se a preocupação é tanta com a saúde e consciência delas e com elas querem colaborar na decisão, então que perguntem à que lhes é mais querida o seu sentido do voto antes de o depositarem.E votem em conformidade com o voto dela.
É que, mal comparado, tanta preocupação com a mulher, por amor e solidariedade, leva-me a crer que todos os homens sabem a marca e tipo do produto que a sua mulher usa quando se encontra na altura do mês em que o seu corpo manifesta mais uma diferença. E a opção por A ou B foi, certamente objecto de discussão em casa...
Quantos deles, a favor ou contra, saberão a marca do que a mulher usa ou quando ocorre normalmente?
Faz-me confusão, mas não liguem.
Deve ser problema meu e estou a ver mal a questão.
9 Comments:
Blogger AnAni said...

A questão é social. E a tomada de decisão sobre se se despenaliza ou não, é social, logo, das pessoas em geral e independentemente do sexo. Até porque devem entrar médicos a fazê-lo, alguns homens.
Concordo é que quando se trate de ir ou não fazer o aborto, o homem idealmente discuta esse assunto com a mulher, mas que no fundo é à mulher que cabe a decisão.
Beijinhos
p.s. mas também te percebo! O assunto é muito discutível!

11/28/2005 9:59 da tarde  
Blogger BReal said...

Pois para mim o assunto resolvia-se em três tempos. Ninguém, pode decidir se a Mulher deverá abortar ou não, é a ela que cabe a decisão. O que a leva a optar só a ela diz respeito. E não venham cá com falsos moralismos porque isso não convence ninguém, excepto os que lucram com a clandestinidade do acto. Enfim... é o país que temos! Hipócrisia e corrupção é o que não falta!

11/29/2005 12:11 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Pertinente a tua questão como todas as que trazes aqui.
É claro que é à mulher que interessa debater, discutir, informar, e decidir.
Mas o homem tem e terá sempre uma palavra a dier sobre o assunto - como Homem, como indivíduo integrante da sociedade.
O que eu acho é que todo o debate, discussão, a divulgação da informação deveria ser feita única e exclusivamente por mulheres.
Deveriam ser elas e apenas elas a mostrar a todos - homens e mulheres - aquilo que pensam, sentem e desejam.
Quem melhor que a mulher para falar do seu direito à liberdade de decisão, ou da sua dor?
Quem melhor que a mulher para informar dos prós e contras de um aborto?
Quem melhor que a mulher para aconselhar, apoiar e ajudar, outras mulheres que necessitem?

O homem seria um mero espectador do que a mulher traria a todos pelos canais normais de informação.
Depois restaria que todos votassem em consciência, com base nos testemunhos das mulheres.

Eu sei que a tua questão não era sobre o ser ou não a favor do aborto, mas do papel do homem - ser masculino - nessa decisão.
Mas eu deixo a minha opinião. Sou totalmente a favor da liberdade de decisão da mulher sobre o que entende ser melhor para si, mas não sou a favor do aborto pessoalmente. Acho que a mulher tem de ter liberdade para poder decidir sobre a sua vida, sem estar sujeita a punições legais e morais.
Mas penso na dor de perder um filho, seja em que circunstãncias for e não sei se conseguiria fazê-lo. Mas isto é uma opinião muito pessoal, porque eu sou a favor da despenalização do aborto, sem dúvida alguma.

Sweet kiss

11/29/2005 1:20 da manhã  
Blogger Capuchinho Vermelho said...

O que a maioria das pessoas não se lembra (ou não percebe mesmo) é que a questão do referendo do aborto não coloca na berlinda a pergunta: "É a favor ou contra o aborto?". Até porque no seu perfeito juízo - digo eu - ninguém será a favor do aborto, literalmente falando.

A questão é sobre a liberdade de escolha. E aí sim, podemos responder: "Sou a favor ou contra a liberdade de escolha?" E aí eu digo sem hesitar: Sou a favor.

Independentemente de quem toma a decisão - sendo que, em último grau, na minha opinião esta deve caber à mulher, depois de a questão devidamente debatida com o homem, claro -, deve haver liberdade para escolher e não ter a decisão tomada à partida pelas leis hipócritas que fecham os olhos aos milhares de abortos que se praticam na clandestinidade.

Eu não sei se abortaria. Felizmente nunca tive de me colocar, verdadeiramente, essa questão, mas sei que se alguma vez tivesse, gostaria de poder considerar, legalmente, as duas opções.

Obrigada por levantares estas questões, Carlos. E, realmente, quem mais tem debatido o tema são os homens. Mas os homens têm falado pelas mulheres em quase tudo, não me surpreende que assim seja, também, aqui. Apesar de me entristecer que não sejamos capazes de fazer ouvir a nossa voz.

Beijo *
Capuchinha

11/29/2005 12:12 da tarde  
Anonymous Manefta said...

Eu já me ia embora caraças e venho aqui, nunca aprendo. Lá está Carlos, é daqueles assuntos que até me chateia discutir porque me parece óbvio. Acho cá uma hipocrisia que quem é contra o aborto me venha com tangas do género, já existe uma vida dentro das mulheres e tal. Porra e quando o puto nasce, come, veste, quem é que vai tratar deles? Homem ou mulher, que o faça, sabe que a verdadeira vida existe depois do nascimento, e que ai é que deve existir solidariedade e moralismo. Até pk deixar uma criança, que não tem as minimas condições, nascer, é delinear-lhe a partida o destino. E não me venham com utopias, que pode vir a ser o futuro einstein, pk um puto que nasça assim, e viva e cresça na marginalidade, pode mto bem um dia passar por ti e dar-te um valente tiro, como agradecimento de uns anos antes teres votado a fovor da miséria de vida que ele tem.
Acho girissimo, até pk quem mtas vezes é contra, anda uns anos depois a frequentar " casas pias ".
Mas o que apontavas, bem sei, era a posição dos homens nisto tudo. Outra coisa irritante, lol tipica mesmo. Os queridos teimam em mexer nos nossos assuntos e tratar deles , pois nós somos lerdinhas. E não temos maturidade pra decidir tal questão. Resolvia-se mto bem isto. Era po-los a ter filhos, nem que fosse pelos ouvidos, era po-los a passar por 9 meses de gravidez e de hormonas aos saltos. Era po-los a amamentar, a ficar c ancas disformes, a ficar deprimidos pós parto, a ter medo de tossir por causa de pontos em sitios que não lembra loll, e ai, penso eu de que, compreenderiam que é algo pessoal e intimo da mulher, que envolve mtos factores, e que mulher que não se sinta preparada para ser mãe, não é obrigada. E a opinião deles não é para aqui chamada. A menos que seja pedida. A era medieval já era porra.
Basicamente, concordo ctg, prontos.

Beijo

11/29/2005 12:23 da tarde  
Blogger Amanda said...

Mais do que virem apelar a qualquer direito, o que todos sabemos é que o aborto sempre se praticou, pratica-se e continuará a praticar-se e se tal já é um facto então que se acabe com os moralismos e se devolva a dignidade ás mulheres que optem por tal prática. É certo e sabido que nenhuma delas o fez/faz ou faria por deliberada vontade mas sim por necessidade. Quanto ao assunto ser dos homens... percebo o que dizes mas penso que é precisamente por se acreditar que é um assunto de mulher que ainda anda pr'aqui ás "voltas". Quem sabe se o assunto não ficaria resolvido com um voto único por casal?! Beijos

11/29/2005 1:23 da tarde  
Anonymous Miss Lust said...

Bem se por um lado concordo contigo, por outro estou em total desacordo. Concordo quando referes o facto de serem os homens quem mais se prenuncia, mas acho que isso tem entre outras coisas, haver com a nossa antiga mentalidade, o homem é o cabeça de casal. Se me faço entender. Claro que isso é cada vez notorio em gerações mais recentes, mas nas outras, mais velhitas é bem praticado. A decisão! é aqui que discordo contigo, para mim é seguramente do casal e não da mulher. Eu pelo menos penso assim. durante uma das minhas formações e que felizmente já pude por em pratica, aprendi que quando a mulher engravida e isto no caso da gravidez "vingar", o homem para bem do seu filho, para o seu saudavel crescimento psicologico deverá também ficar "gravido". Sim gravido! partilhar em tudo que ocorra durante a gravidez, sentir, partilhar os seus sentimentos, estar sempre presente, e não me refiro a presença fisica e muitas outras coisas. Ora que vai acontecer, quando a gravidez chega ao fim? Cada vez mais os homens querem estar presente nos parto, certo! algo que eu acho muito bem. Agora num aborto, porque motivo o homem não fica também ali do lado da mulher, naquela hora dolorosa, ou não ! Xiii tanta conversa para te dizer que quanto a mim, deve ser uma decisão tomada a dois. Acho que também nesta opção o homem também deve "abortar"
É a mulher que aloja o feto, é facto, mas esse feto surge de duas "partes" "iguais" de ambos!Mulher não engravida sozinha.
Tem de ser decisão dos dois, tem de haver concenso. Bem...fico-me por aqui, só porque tenho mesmo que ir. Gostei muito deste teu artigo e até me apetecia falar mais sobre o assunto, mas... fica bem beijoca grande

11/29/2005 10:01 da tarde  
Blogger Carlos said...

Anani
Sobre a questão da despenalização não me pronuncio.Sobre a outra também não.Discutam vcs mulheres e se quiserem a minha posição eu dou.Agora o meu apoio têm sempre.
Beijo

Breal
Quem sou eu para te contrariar? Eu até sou homem...
Beijo

Sutra
Abano a cabeça em concordãncia com a questão da decisão das mulheres, mas não digo nada quanto ao fundo da questão porque sou homem.
Beijo

Capuchinho Vermelho
Um Beijo grande para ti e, pela minha parte, diz-me onde queres que grite por ti que eu faço ouvir o que tu dizes.
Beijo

Manefta
Ora Benhe,
Por razões óbvias não comento o que dizes, mas a cabeça abano em concordância puramente intelectual...agora fica-me uma questão...Tens alguma coisa contra as minhas ancas?
Beijo

Amanda
Ora aí está mais uma sugestão...que me abstenho tb de comentar pelas mesmíssimas razões.
Beijo

Miss Lust
Todas as opiniões são aqui bem recebidas...discutam-nas que eu não falo por razõos óbvias.
Beijo

12/04/2005 10:41 da tarde  
Blogger Paula Raposo said...

É. Assunto com variadas opções, e cada cabeça sua sentença.

12/08/2005 6:53 da tarde  

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