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sábado, dezembro 10, 2005

A Erva Daninha ou a Tempestade que se Adivinha

É espantosa a nossa forma de estabelecer e aprofundar as relações humanas no dia a dia.
Oa anos passam e cada vez estamos piores, cada vez somos mais desconfiados, cada vez tememos mais o desconhecido, aquele que de nós se aproxima.
E devia ser o contrário, porque a experiência que a vida nos dá, deveria fazer com que as ervas daninhas fossem reconhecidas através de um simples olhar.
Mas não, afectados uma ou outra vez por essa praga, passamos a reagir sempre como se de maligno se tratasse o que nos aparece como novo, sem cuidar de conceder o benefício da dúvida.
Assumimos como bom que quem connosco se cruza e estabelece contacto é porque de nós alguma coisa quer ou é a nós que nos quer.
O curioso é que eu nem nisso vejo mal, porque se algo quer de mim é que tenho algo para dar e se é a mim que me quer, até me sinto lisonjeado.
Compreendo, no entanto, quem assim não pensa, porque por aí há muita erva daninha que nos quer mal. Não por alguma razão em especial, apenas porque é daninha.
E as pessoas de bem defendem-se. Com todas as armas que têm, o que como se sabe não é bom, porque há sempre danos colaterais e perdem-se coisas maravilhosas.
Como o falar de tudo abertamente, sem constrangimentos, do mim e do ti, sem nada ocultar, com o à vontade da transparência de um olhar, com o desprendimento das ondas do mar.
Perdem-se momentos de partilha, de cumplicidade, de fazer meu um segredo teu e teu o meu, ou não, porque apenas nos apetece estar mais próximos. Eu ser um pouco do ti e tu um pouco do mim. Como o mar e a areia. Ou os peixes, tanto dá.
E tantas outras coisas que podiam ser nossas e não são. Ou sermos um do outro e não somos.
Tudo porque tememos que a tempestade nos colha em pleno mar alto.
O pavor do naufrágio impede-nos de navegar. De deixar o barco ser abraçado pelas ondas em todo o seu esplendor. De andar sem rumo e sem norte. Ao desnorte.
Eu gosto de andar à deriva e vou continuar assim.
Porque gosto e por achar que a tempestade, se vier, não terá forças para mim. E se forças tiver para me derrubar, mais força terei eu para me levantar e voltar a navegar
Nem a erva daninha medrará no meu jardim. Pela mesma razão anterior.
Compreensivelmente as pessoas não pensam assim, porque para não o fazerem basta um pouco de bom senso.
O tal que eu não tenho.
Mas tenho pena que estejamos a ficar tão tristes e tão fechados em nós próprios.
Será por isso?
7 Comments:
Blogger {-Sutra-} said...

Sabes... desde pequena que sempre fui encontrando muitas ervas daninhas que necessitaram ser arrancadas e jogadas longe.
Não podemos pensar é que um jardim seria mais belo sem ervas daninhas. Na verdade, elas cumprem o seu papel que também é útil às flores que crescem.
O que fazem as ervas daninhas? Tentam à força, invadir o campo das flores, mas quando são arrancadas, fazem com que as flores cresçam mais fortes e belas.
Tal como as flores, as pessoas de bem defendem-se das ervas daninhas, mas aprendem com elas - aprendem que são fortes, mais fortes ainda, tudo porque aprendem a lidar com o mal que as daninhas tentam espalhar. E essa aprendizagem não existiria se não houvesse esse mal «daninho».
Acabaremos por agradecer às ervas daninhas o ensinar-nos a ser cada vez mais fortes, sem perder as partilhas, as cumplicidades e o fazer dos segredos a pertença de quem quisermos.
Alegremo-nos pela força que as ervas daninhas não derrubam.
E vamos continuar a construir jardins e a cuidá-los para que elas - as daninhas - não consigam nunca vingar com o seu mal.

Um beijo especial o de hoje... por tudo

12/10/2005 10:34 da tarde  
Anonymous Breal said...

As ervas daninhas são uma praga. E eu detesto pragas, sejam elas quais forem. É pena não haver seca que lhes chegue para acabar de vez com elas. Da tempestade eu gosto, dá luta, e de vez em quando até sabe bem, porque a seguir vem sempre a bonança.

12/11/2005 11:06 da manhã  
Blogger AnAni said...

Adorei o título.
Quanto às ervas daninhas, felizmente apanhei poucas pelo caminho.
Beijinhos

12/11/2005 1:21 da tarde  
Blogger Barbara said...

Apesar de ter encontrado tts ervas daninhas na vida...infelizmente, continuo acreditar que posso confiar naquele que surge...no desconhecido!!!

Prova disso, são as nódoas negras que a vida me tem deixado no corpo, como provas da minha ingenuidade!!...

A cada erva daninha que passa...me sinto mais impotente perante as tempestades!!!

bjs

Ps: adorei o texto...

12/12/2005 6:31 da manhã  
Blogger Sol said...

Imagina um jardim repleto de flores, à sua volta algumas ervas daninhas procuram um espaço, será q todo o mal está nelas??? A mim não me parece, não podemos esquecer aqueles cavalheiros q as arrancam,às flores, para presentearem as damas.
O mau pode estar em qualquer lado...

beijo

12/13/2005 9:47 da tarde  
Blogger Manefta said...

Os chineses têm um ditado assim:
" Se alguém te irritar, não te zangues com ele, chama-lhe antes mestre pois tem algo a ensinar-te."

Pois é mto verdade, mais uma vez se prova que os chineses são f******. lol

12/14/2005 12:45 da manhã  
Blogger Carlos said...

Sutra
Estou de acordo contigo quando defendes que nos dão mais força e mais beleza, depois de arrancadas.
Embora, para te ser franco, prefira evitar o trabalho de as arrancar.
Beijo especial, pois claro

Breal
Evita o que achares de evitar e vai-te ao que achares que gostas, que eu a ti só quero bem.
Gosto sempre de te ver.
Beijo

Anani
Obrigado por teres gostado e fico contente por saber isso.
Beijo

Bárbara
Obrigado pela visita e por teres gostado.
Estou convencido que com a tua garra, as nódoas negras depressa se tornarão em medalhas e a tempestade em bonança.
Beijo

Sol
Posso imaginar tudo isso e muito mais para além dos homens que arrancam as flores, mas acho que um mal não minimiza o outro.Admito que esteja a ver mal, mas é o meu fraco pensar.
Beijo

Manefta
Ora benhe,
os chineses dizem muita coisa e lá saberão porque o fazem, mas é sempre um perigo confundir a cultura oriental com a ocidental.Os valores são muito diferentes.De qualquer forma nesse provérbio alguma razão haverá.
Dois Beijos ( o que não deste e o meu)

12/14/2005 7:30 da tarde  

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