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segunda-feira, dezembro 12, 2005

A Igualdade entre os Sexos

Tenho andado cá a pensar que as mulheres andam enganadas com a ideia de lutarem pela igualdade de direitos entre os sexos.
E tenho cá a impressão que a ideia de as convencer a despoletarem essa luta partiu de um homem. Só pode mesmo ter sido.
Aliás, suspeito mesmo que terá sido das poucas vezes em que as mulheres foram enganadas por um homem. Essa, em que as convenceram que deviam estabelecer uma guerra em prol da igualdade de direitos.
Certo é que, tão bem enganadas foram, ainda hoje continuam a defender tal princípio.
E os homens riem-se, abanam a cabeça em sinal de concordância e até publicam leis e regulamentos, criam comissões e outras coisas do género, para demonstrarem a sua solidariedade com tal princípio.
O curioso é que, as mulheres, que por norma nunca se deixam enganar, ao contrário do que afirmam à saciedade, neste caso da igualdade dos direitos, foram atrás da conversa.
Eu tenho cá para mim que a luta, para ser correcta, devia ser em sentido inverso.
Antes de mais, começaria por lhe dar outra denominação, porque o nome desde logo evidencia o reconhecimento de uma subalternidade que, como adiante se verá, não existe.
Eu, se mulher fosse, recusar-me-ia a lutar por outra coisa que não fosse a igualdade de deveres entre os homens e as mulheres. E toda a luta se desenvolveria em torno disso, de forma a que, imputando-lhes deveres iguais ou equiparados, os direitos viessem a ser os mesmos na medida do possível, já que isso nunca seria alcançado em pleno.
É a mesma coisa, dirão vocês, sendo que dizer nunca se alcança a igualdade deveres, como lhe chamas, ou de direitos, tanto dá, é desde logo uma atitude demissionista. Uma declaração de derrota, que nos recusamos a assumir.
Pois eu penso exactamente o contrário e, perante tal princípio, só posso concluir que quem as enganou foi genial na farsa.Um verdadeiro farsante é o que foi.
Cá para mim, as mulheres já há muitos anos que têm direitos iguais e, se não os têm, é porque os não exercem. Tenho mesmo para mim que ainda que esses direitos não lhes tivessem sido reconhecidos por lei, eles já decorriam da sua dignidade como seres humanos.Daí que a questão seria sempre fácil de resolver. Bastaria um simples abrir e fechar de pernas ( que de olhos poderia ser mal interpretado) para que os homens se apressassem a reconhecer a legitimidade dos mesmos. Que se há coisa a que homem cede é à visão de um abrir e fechar daquelas sem eles.
Mas não, a luta não é essa.
A luta das mulheres deveria ser para conseguirem que os homens tivessem os mesmos deveres. Que tivessem como obrigação chegar a casa e fazerem as refeições, passar a ferro, ajudar nos trabalhos escolares dos filhos, dar-lhes atenção, que passassem a ferro, sei lá eu, um conjunto de obrigações que, por norma, são da exclusiva responsabilidade da mulher em cada lar.
Sendo que, que mesmo que conseguissem essa igualdade de deveres, por partilha dessas obrigações, ainda assim elas nunca a alcançariam de forma plena e ficariam sempre prejudicadas.Daí que antes tenha dito que essa igualdade só seria alcançada na medida do possível.
É que só às mulheres é possível gerar dentro de si um filho, só às mulheres é possível dar à luz uma criança, só às mulheres é possível amamentar uma criança. E, por isso mesmo, os homens nunca teriam os mesmos deveres e seriam sempre beneficiados.
A não ser que a lavagem de loiça e de roupa e ainda o passar a ferro começassem a ser obrigação exclusiva dos homens.
Acho que mesmo assim ficavam beneficiados.
Mas, ainda assim, defendo que a luta deve ser pela igualdade de deveres e não de direitos.
5 Comments:
Anonymous Breal said...

É luta em que não entro. Defendo que cada um, seja homem ou mulher, deve fazer aquilo que acha que deve ser feito e, se deve, deve fazê-lo bem e para isso é preciso vontade, porque não há nada pior do que: "Queres que te ajude?", e ver a expressão de desinteresse pela actividade. A minha luta passa por conseguir que os homens tenham gosto por desempenhar as tarefas domésticas ou então que paguem a quem as faça, com a devida gratidão, porque tudo na vida tem um preço.

12/13/2005 2:04 da manhã  
Blogger Amanda said...

e já agora...Sabes quem foi? ;)

12/13/2005 9:10 da manhã  
Blogger Manefta said...

Charles, isto de concordarmos já está a ficar ´rotineiro, temos que ver isso lolol. Que se ha-de dizer, se concordo e pronto. Beijos

12/14/2005 12:47 da manhã  
Blogger Carlos said...

Breal
Eu tenho cá para mim que não é a luta que leva a algum lado, mas se querem luta que definam bem os objectivos.
Beijo

Amanda
Não sei e nem tenho curiosidade.Se foi homem foi malandro e os que conheço já me bastam.Se foi mulher não viu bem a questão e mais vale não saber o nome pq se pode envergonhar....lol
Beijo

Manefta
Ora benhe
Concordadndo nós, basta-me dar-te um beijo e agradecer-te a visita.
Beijo

12/16/2005 9:42 da tarde  
Blogger {-Sutra-} said...

Não penso em lutas, mas em ensinamentos. Prefiro ensinar que lutar, ouvir e dialogar e fazer-me entender... e assim convencer pela palavra ;-)
Quanto a igualdades será sempre de deveres e direitos!

Beijo doce

12/16/2005 11:59 da tarde  

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