<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d17438737\x26blogName\x3dPensar+de+Alto\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dTAN\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://pensardealto.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://pensardealto.blogspot.com/\x26vt\x3d3723253789723581049', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script><!-- --><div id="flagi" style="visibility:hidden; position:absolute;" onmouseover="showDrop()" onmouseout="hideDrop()"><div id="flagtop"></div><div id="top-filler"></div><div id="flagi-body">Notify Blogger about objectionable content.<br /><a href="http://help.blogger.com/bin/answer.py?answer=1200"> What does this mean? </a> </div></div><div id="b-navbar"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-logo" title="Go to Blogger.com"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/3/logobar.gif" alt="Blogger" width="80" height="24" /></a><form id="b-search" name="b-search" action="http://search.blogger.com/"><div id="b-more"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-getorpost"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/3/btn_getblog.gif" alt="Get your own blog" width="112" height="15" /></a><a id="flagButton" style="display:none;" href="javascript:toggleFlag();" onmouseover="showDrop()" onmouseout="hideDrop()"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/3/flag.gif" name="flag" alt="Flag Blog" width="55" height="15" /></a><a href="http://www.blogger.com/redirect/next_blog.pyra?navBar=true" id="b-next"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/3/btn_nextblog.gif" alt="Next blog" width="72" height="15" /></a></div><div id="b-this"><input type="text" id="b-query" name="as_q" /><input type="hidden" name="ie" value="UTF-8" /><input type="hidden" name="ui" value="blg" /><input type="hidden" name="bl_url" value="gatas-qb.blogspot.com" /><input type="image" src="http://www.blogger.com/img/navbar/3/btn_search_this.gif" alt="Search This Blog" id="b-searchbtn" title="Search this blog with Google Blog Search" onclick="document.forms['b-search'].bl_url.value='gatas-qb.blogspot.com'" /><input type="image" src="http://www.blogger.com/img/navbar/3/btn_search_all.gif" alt="Search All Blogs" value="Search" id="b-searchallbtn" title="Search all blogs with Google Blog Search" onclick="document.forms['b-search'].bl_url.value=''" /><a href="javascript:BlogThis();" id="b-blogthis">BlogThis!</a></div></form></div><script type="text/javascript"><!-- var ID = 6860457;var HATE_INTERSTITIAL_COOKIE_NAME = 'dismissedInterstitial';var FLAG_COOKIE_NAME = 'flaggedBlog';var FLAG_BLOG_URL = 'http://www.blogger.com/flag-blog.g?nav=3&toFlag=' + ID;var UNFLAG_BLOG_URL = 'http://www.blogger.com/unflag-blog.g?nav=3&toFlag=' + ID;var FLAG_IMAGE_URL = 'http://www.blogger.com/img/navbar/3/flag.gif';var UNFLAG_IMAGE_URL = 'http://www.blogger.com/img/navbar/3/unflag.gif';var ncHasFlagged = false;var servletTarget = new Image(); function BlogThis() {Q='';x=document;y=window;if(x.selection) {Q=x.selection.createRange().text;} else if (y.getSelection) { Q=y.getSelection();} else if (x.getSelection) { Q=x.getSelection();}popw = y.open('http://www.blogger.com/blog_this.pyra?t=' + escape(Q) + '&u=' + escape(location.href) + '&n=' + escape(document.title),'bloggerForm','scrollbars=no,width=475,height=300,top=175,left=75,status=yes,resizable=yes');void(0);} function blogspotInit() {initFlag();} function hasFlagged() {return getCookie(FLAG_COOKIE_NAME) || ncHasFlagged;} function toggleFlag() {var date = new Date();var id = 6860457;if (hasFlagged()) {removeCookie(FLAG_COOKIE_NAME);servletTarget.src = UNFLAG_BLOG_URL + '&d=' + date.getTime();document.images['flag'].src = FLAG_IMAGE_URL;ncHasFlagged = false;} else { setBlogspotCookie(FLAG_COOKIE_NAME, 'true');servletTarget.src = FLAG_BLOG_URL + '&d=' + date.getTime();document.images['flag'].src = UNFLAG_IMAGE_URL;ncHasFlagged = true;}} function initFlag() {document.getElementById('flagButton').style.display = 'inline';if (hasFlagged()) {document.images['flag'].src = UNFLAG_IMAGE_URL;} else {document.images['flag'].src = FLAG_IMAGE_URL;}} function showDrop() {if (!hasFlagged()) {document.getElementById('flagi').style.visibility = 'visible';}} function hideDrop() {document.getElementById('flagi').style.visibility = 'hidden';} function setBlogspotCookie(name, val) {var expire = new Date((new Date()).getTime() + 5 * 24 * 60 * 60 * 1000);var path = '/';setCookie(name, val, null, expire, path, null);} function removeCookie(name){var expire = new Date((new Date()).getTime() - 1000); setCookie(name,'',null,expire,'/',null);} --></script><script type="text/javascript"> blogspotInit();</script><div id="space-for-ie"></div>

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Castelos no Ar ( I Parte)

Amanhecera mais cedo do que o costume naquele dia.
Ainda não eram 4 horas da madrugada e acordara sem que para que tal encontrasse qualquer justificação e, por mais que se esforçasse, o sono não havia maneira de prosseguir o seu percurso.
Já haviam decorrido duas horas, dando voltas e mais voltas na cama, procurando a posição que mais agradasse àquele que tardava em encontrar, mas todas lhe eram indiferentes.
O rádio que tinha na mesa de cabeceira e que, inadvertidamente, tinha ficado ligado durante a noite, a cada meia hora, repetia as notícias já gastas da véspera, revestidas com outra roupagem de forma a aparentarem serem as últimas novidades matinais. Sempre a mesma coisa.
Decidiu levantar-se e começar o dia mais cedo. Tal como o amanhecer havia feito com ele.
Enquanto se escanhoava e se olhava ao espelho, por dever do ofício que tinha entre mãos, interrogou-se sobre a razão que o teria levado a acordar tão cedo, mas não vislumbrando qualquer razão plausível, com um simples trejeito de lábios, arrumou definitivamente esse assunto no arquivo morto da sua memória.
O que não tem explicação explicado está, se não merece consideração. Esta última parte do ditame popular havia ele acrescentado um dia em que, também sem qualquer motivo, resolveu avaliar aquela expressão da sabedoria popular.
Saíu para a rua estava o dia a clarear e entrou na primeira pastelaria que viu aberta para tomar o primeiro dos muitos cafés que diariamente bebia, mas que era o mais importante por ser aquele que afastava, em definitivo, a nebulosidade do seu racicíonio até então ainda meio entorpecido.
Na posse de todas as suas faculdades, ciente da inexistência de horários a cumprir, resolveu fazer o que mais gostava. Andar por andar, sem rota e sem rumo. Caminhar com destino a nenhures, como se respondia quando calhava interrogar-se mentalmentalmente sobre o lugar que buscava.
Sorriu-se quando se apercebeu que de tantos diálogos que tinha consigo mesmo, já não conseguia passar sem eles. Aliás, habituara-se a eles de tal forma que os preferia a quase todos os outros.
Sim, porque com ela era diferente. Com ela falava com ele e também com ela, numa relação a dois que também era a três. Diria mesmo que era a quatro, porque sentia que ela também era assim, o que tornava os diálogos que tinham numa verdadeira discussão a quatro vozes, das quais só duas se ouviam.
Haviam-se conhecido por mero acaso, num qualquer lugar onde ele havia trabalhado.
Reparou nela pela primeira vez numa reunião sobre um qualquer assunto que já nem recorda. Lembra-se sim do seu ar tranquilo, da beleza do seu rosto, dos seus olhos verdes que ninguém fitavam e a todos abarcavam sempre que queria. Recorda-se, como se tivesse sido hoje da sua postura altiva durante a mesma, presente e distante, sombreando a lápis, alternadamente, as quadrículas de uma folha. Quase sempre de olhos fixos no castelo imaginário que quase que ia jurar ela estava a construir.
Nunca lhe saíu da memória o sorriso contido que lhe aflorou os lábios e o olhar discreto que não viu, mas sentiu vindo dela, quando, instado a falar sobre o tema em discussão, explicou que estava ali para ouvir e pensar no que os presentes tinham a dizer sobre a questão e não para falar, mas que sempre ia adiantando que da primeira hora e meia de reunião pouco lhe tinha ficado.
Lembra-se de a ter visto sair discretamente no fim da reunião, despedindo-se de todos com um ligeiro cerrar de pálpebras, que parecia uma eternidade a quem a fixava, privado que ficava da visão do verde deslumbrante dos seus olhos.
Na ocasião quase que teria jurado que a ele, propositadamente, não o privou desse privilégio, mantendo os olhos abertos e fixos nos dele por uma breve fracção de segundos.
Sabe agora que assim foi.
(continua)
14 Comments:
Blogger Sol said...

Carlos não vou fazer nenhum comentário... vou esperar ansiosamente pela continuação.
Entretanto vou ler novamente...

:) Beijoo

1/12/2006 10:44 da tarde  
Anonymous Manefta said...

Carlos... benhe, portanto, além de queres mais faxore e rápido, já sabes que sofro de curiosidade, a tua escrita é sempre mto envolvente, parece que vejo a gaja dos olhinhos verdes á minha frente, quase q tenho ciumes vê lá lololol mas tá tudo ao alcance de umas lentes de contacto, menos mal lolol
Brinco, brinco completamente, adoro que estejas a escrever um conto, beijocas enormes da tua fã Manefta

1/12/2006 11:12 da tarde  
Blogger AnAni said...

Que máximo!
Adoro contos! E quando são de amor ou paixão, ainda mais... :-)
Beijinhos e continua, rápido.
E podes sempre escrever mais e mais! ;-)

1/12/2006 11:19 da tarde  
Blogger BReal said...

Confesso, reles leitora, assídua deste blog que os diálogos a dois, tres e quatro me deixaram um pouco confusa, mas depois percebi que a mulher de olhos verdes, deve valer por tres e deve deixar qualquer homem a falar por quatro. Mas o conto, muito bem escrito, vai ganhando força à medida que avança, deixando um certo mistério no ar. Carlos, ficamos à espera do desenvolvimento e esperamos que nos surpreendas com a tua fértil imaginação, porque é disso que precisamos.
Beijos misteriosos!

1/13/2006 12:33 da manhã  
Blogger Giorgia said...

...e ela saiu da sala, com os olhos dele presos aos dela, numa eternidade que saboreava lentamente... teria ele sentido o mesmo?
Sabe agora que assim foi.

Carlos, quero mais... :)

beijokas grandes

1/13/2006 12:36 da manhã  
Blogger Borboleta said...

Escreveste num registo diferente do que nos habituaste, mas estou a gostar muito. Aguardo a continuação :)
Beijo

1/13/2006 10:25 da manhã  
Blogger sonia r. said...

Boa tarde, Carlos.
Gostei muito.Continua.
Bjos.

1/13/2006 3:01 da tarde  
Anonymous LolaViola said...

Gosto dessa personagem.. Aguardo o próximo capítulo :-)
**

1/13/2006 5:34 da tarde  
Blogger {-Sutra-} said...

Não teço comentários ao conteúdo que gostei da forma como me envolveu. Prefiro dizer que esta tua escrita não me espanta, porque a tua qualidade de escritor não é segredo, não é nada que não esteja já habituada a receber aqui como um presente.
Apenas que fiquei suspensa da continuação da beleza deste teu caminhar por outra via - a de contador de histórias.
E aguardo assim, aqui, sentada, sogadita, de cotovelos apoiados nos joelhos, mãos nos queixos, a esperar pelo próximo. :-)

Beijo doce mais doce

1/13/2006 11:25 da tarde  
Blogger Tiago_e_Sofia said...

Gostei.. e muito..
Como boa apreciadora da leitura.. fico ansiosa pelo próximo capitulo..
beijokas
Sofia

1/14/2006 12:42 da tarde  
Blogger sonia r. said...

Bom fim de semana Carlos.
Bjos.

1/14/2006 1:12 da tarde  
Blogger Amanda said...

Que bem que escreves Carlos! Adorei! Beijokas e Bom fim-de-semana!

1/14/2006 3:08 da tarde  
Blogger sonia r. said...

Voltei! Mas vejo que continuas desaparecido.
Bjos.

1/16/2006 1:21 da tarde  
Anonymous Suggar said...

Boa tarde Carlos!

Sei que este não é provavelmente o post mais adquado, mas como estava um pouco desactualizada e estive a colocar a leitura em dia, não resisti a comentar a forma subtil como "dá graxa" às mulheres...

Vê-se que se diverte nesse exercício de tentar baralhar as mentes...será que procura defender os homens...será que procura defender as mulheres!?

Uma coisa lhe posso dizer...a minha opinião como mulher, e que também é reflectida na sua opinião de homem, é que todos temos as nossas diferenças e semelhanças, todos podemos ser mais ou menos inseguros, simpáticos, invejosos, cuscos, sinceros, mentirosos, enfim...uma infinidade de características que fazem parte da espécie humana e que sobressem mais umas vezes que outras na nossa personalidade. Daí que cada um de nós seja único, e é isso que nos torna a todos seres tão especiais!

E é por isso que gosto tanto de ler os seus textos e a maneira única e especial como partilha as suas divagações!

Beijos

1/16/2006 3:11 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home