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quinta-feira, janeiro 05, 2006

O Ser Social

O ser humano é um ser social, dizem os entendidos, mas eu tenho algumas dúvidas que essa verdade seja tão absoluta quanto o afirmam.
Ou seja, admito que sim, mas também estou convencido que ele tudo anda a fazer para o deixar de o ser.
Basta olhar para os comportamentos no dia a dia, na forma como nos relacionamos com todos aqueles com quem convivemos para se perceber que a nossa forma de socializar é procurando valorizar o nosso eu e desvalorizar o daqueles com quem lidamos. Directa ou indirectamente. E isso incomoda-me, porque não é a forma como eu acho que deveria ser.
No trabalho ou entre amigos, já para não falar entre meros conhecidos, por muito boa que seja a relação, há sempre pequenos nadas que vão minando os relacionamentos, obstaculizando ao entendimento perfeito. Muitas vezes por mera desconfiança sem sentido.
É até na vida a dois, contrariamente ao que seria imaginável, ou talvez não, que isso se nota mais.
Viver a dois, por maior que seja a sintonia, é, quanto a mim, dos actos mais complexos que pode haver.
Tudo porque implica com a liberdade individual, impondo limitações de direitos e deveres, o que, se numa primeira fase parece fácil de aceitar em nome do amor que une as pessoas em causa, o qual, por si só, parece suficiente para derrubar todos os obstáculos, com o decorrer do tempo, muito ou pouco, tanto dá, porque apenas depende da intensidade do mesmo, o eu individual começa a querer libertar-se das amarras, a querer mais ser mais eu e menos nós. Continua a querer o nós, mas o eu sente-se pouco. Precisa de mais.
Não é que o amor tenha esmorecido, isso que fique claro, é tão simplesmente o facto de ter ficado diferente. Já não é o "amor paixão", mas sim o amor singelo, talvez o melhor, mas aquele com o qual é mais difícil lidar. E é o melhor, na minha óptica, na medida em que é a amizade na sua plenitude, sem a irracionalidade da paixão, mas com a comunhão de dois eus.
Fazê-los comungar é que não é fácil, não só porque a intensidade do "amor-paixão" nunca é igual, o que implica que cessa em momentos diferentes, mas também porque, apesar de tudo o que há em comum, começam a notar-se aquelas pequenas coisas que , não sendo muitas vezes importantes, começam a incomodar. E o acumular delas, que um entende fazerem parte do eu próprio e o outro como violação do seu, começa a complicar o relacionamento e a sintonia começa a ser menor.
Chega mesmo a esbater-se de tal forma que deixa de fazer sentido a vida a dois e cada um segue o seu caminho.
E a culpa nunca é de ninguém ou é dos dois, mas isso pouco importa porque o importante é que não souberam viver em conjunto.
No meu caso até foi mais minha, admito, mas é irrelevante para este efeito.
Óbvio que são situações limite, já que o ideal é adequar cada um dos eus de forma a não colidirem entre si. A completarem-se no que for possível e a suprirem de outra forma naquilo em que tal não é viável.
Tal como na vida em sociedade, mas numa vida a dois, ainda com mais razão de ser.
Infelizmente, esta vida em sociedade, com uma competitividade feroz, nem sempre nos tem ajudado muito a perceber o caminho a seguir, levando-nos a erigir defesas, procurando viver cada vez mais o nosso eu e desprezando ou desvalorizando o do próximo.
Chega mesmo a ser constrangedor verificar que quem pensa mais no nós acaba a falar sózinho, quando o contrário é que seria suposto.
Eu, cá por mim, apesar de já ter errado algumas vezes, até mesmo na vida a dois, assumo claramente que prefiro continuar a pensar mais no nós do que no eu.
Não só a pensar, que fique claro, mas também a agir em conformidade.
Mesmo que erre algumas vezes.
14 Comments:
Anonymous manefta said...

Mto sóbrio este carlos, mto centrado, o que eu gostava de ter sabido é onde falhaste tu, visto que até o afirmas, gostava de saber que homem e que homem és. Mas aquilo que já sei, agrada-me, sou tua fã, por isto e por aquilo :S seja lá o que isto quer dizer lolol beijocas, óptimo texto, espero que transmita alguma serenidade para aqueles que começaram a perceber agora que os principes ficaram em cima dos cavalos e as princesas no cimo das torres.

1/05/2006 6:00 da tarde  
Blogger Machine said...

Excelente a tua escrita, muito lúcida e com ideias bem organizadas, o meu Eu adorou ler o Teu pensamento e fez-me pensar no Nós.
Concordo contigo, acho que viver a 2 é a amizade mais profunda e a relação entre 2 seres humanos mais intensa que pode existir. Partilhar virtudes e defeitos diáriamente é um verdadeiro desafio, mas vale a pena.
Pior é a solidão no outro extremo.

1/05/2006 10:32 da tarde  
Blogger Giorgia said...

E por essa paixao louca e incontrolada, pelo desejo desenfreado de outra boca, pela delicia que e sentir-lhe a pele que me levanto todos os dias... mas e por esse amor doce e sereno, pela ternura e pela cumplicidade que continuo a sonhar... onde estas?

1/06/2006 1:52 da manhã  
Blogger Luna said...

Tenho de cá voltar com tempo! Tenho as mãos ocupadas! eheheh... Beijos

1/06/2006 10:01 da manhã  
Blogger BReal said...

Primeiro pensei no "nós" como se fossemos só um "eu", mas não resultou. Depois comecei a pensar no "eu" para encontrar o "nós" e cheguei à conclusão que quanto mais encontro o "eu" mais procuro um "nós". Um "nós" que não existe mas que eu ainda não desisti de procurar.
Obrigada Carlos por nos fazeres pensar e acreditar que provavelmente, há sempre um "tu" à espera do nosso "eu" para formarmos um "nós", nem que para isso seja preciso usar as outras pessoas do verbo ser, sim porque ainda temos o "ele" o "vós" e os "eles".
Beijos carregados de "ser"

1/06/2006 12:34 da tarde  
Blogger Penetrador said...

O errar faz parte da vida, iremos errar e continuar a errar até morrer.
Como eu costumo dizer....isso é tudo muito bonito mas na pratica não funciona.
A vida em sociedade está cada vez mais voltada para o «EU» e não para o «NÓS» quer queiramos ou não. Existe muita competição em tudo. Por exemplo, face a essa competição no local de trabalho muitas pessoas abdicam de valores importantes como a familia para não se tornarem inferiores aos outros que com ele competem directamente.
Um abraço.

1/06/2006 12:50 da tarde  
Blogger Borboleta said...

Estou baralhada..mas cá vai:
Não é inédito em mim dizer que neste momento penso mais em mim que nos outros, mas isso foi porque a vida, a sociedade e os valores que se perderam entretanto me obrigaram a isso, porque cada vez mais e como dizes, era eu que dava mais e acabava por ficar sozinha. E não me refiro ao relacionamento entre um casal, mas uma relação de amizade. Foi aí que aprendi a ser mais egocentrica, sim, o que acaba por se reflectir em todo o tipo de relações. Dava comigo a pensar: "Para queê pensar em "nós", se não tarda nada levo uma facda e fico aqui sozinha?"

Pensamento errado, admito, porque não têm de pagar uns pelos outros. Fiquei mais egoista sim, admito, mas não deixo de pensar nos outros (será que me estou a explicar bem?)

No amor e no relacionamento que vivo, como é anterior a todo este fel que certas amizades me trouxeram, penso sempre em nós, nunca descurando que se deixar de haver a outra parte, o meu "eu" tem de estar aqui bem saudável para continuar.

Beijo

1/06/2006 3:03 da tarde  
Anonymous LolaViola said...

Viver em sociedade implica muitas vezes abdicarmos nas nossas necessidades em prol das duas outros. Chama-se a isso generosidade ou mais amplo, solidariedade. Viver uma vida a dois implica muitas vezes abdicarmos das nossas necessidades e prol apenas de uma pessoa. Chama-se a isso, burrice…
Passando a ironia, confesso que hoje pensei em mim. Ofereci-me um lindo ramo de rosas vermelhas e nem precisei agradecer. Foi um prazer oferecer-me uma prenda-:-)

1/06/2006 3:10 da tarde  
Blogger sonia r. said...

Deixo-te com os teus pensamentos. Bjos.

1/06/2006 3:33 da tarde  
Blogger LUA said...

Se viver em sociedade fosse fácil não existeriam tantas normas e leis de conduta social a regulamentar os nossos actos, estamos condicionados pelo socialmente correcto e depois surgem os desvios comportamentais... eu também prefiro pensar no "nós", mas não podemos esquecer o nosso "eu".

Beijinho

1/06/2006 5:35 da tarde  
Blogger deumus said...

Provávelmente é a errar que se caminha...boa noite.

1/06/2006 7:28 da tarde  
Blogger Sol said...

Pois na minha opinião, o meu EU, é um pouco egoista, dificilmente o divido com o nós, isto referindo-me ao meu espaço. Não sou adepta da vida cíclica daí achar q cada um deve ter o seu espaço.Mas nada implica q por uma ou outra situação não pense no nós em vez do só EU.
No trabalho por exemplo a minha ligação ao q me rodeia passa pelo nós, e só assim funciona em pleno.
Tudo na vida tem o seu momento, e estamos sempre em constante evolução, quer de pensamentos ou atitudes, por isso somos seres sociais para podermos acompanhar a mudança.

;) beijinho do meu
EU

1/06/2006 10:13 da tarde  
Blogger AnAni said...

Sinto-te "em baixo".
Bjs

1/06/2006 11:39 da tarde  
Blogger Carlos said...

Manefta
Ora benhe,
O que menos interessa sou eu...Quanto ao resto concordo contigo.
Beijos

Machine
Prazer em ver-te.Pois, é isso mesmo.
Um Abraço

Giorgia
É tudo isso e muito mais.
Eu estou aqui e ali no perfi...com mail e tudo.Não há-de ser por isso que não me encontras...eheheheh
Beijos

Luna
Deixa-te estar assim e volta quando não tiveres nada para fazer.
Beijos

Breal
Beijos carregados de ser, pois claro.

Penetrador
Absolutamente de acordo.
Um Abraço

Borboleta Assanhada
Venho o primeiro que atire a primeira pedra.
Beijos

Lolaviola
Ofereceste e mereceste.
Beijos

Safo
Obrigado pela discreta visita.
Beijos

Lua
Claro que não.
Beijos

Deusmus
Não só a errar, mas também.
Beijos

Sol
Tu saberás escolher o teu caminho.
Beijos

Anani
Nem por isso, mas também.
Beijos

1/09/2006 4:03 da tarde  

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